Hackers não pedem permissão. Eles entram, roubam e destroem. A pergunta não é SE você será atacado, mas QUANDO. Descubra suas vulnerabilidades antes que seja tarde demais.
Pentest (Teste de Invasão) é uma simulação realista e controlada de ataque hacker, conduzida por especialistas certificados.
Na prática: invadimos sua empresa como um criminoso faria, mas com sua autorização.
Por que sua empresa precisa disso?
O Pentest identifica todas as brechas de segurança que poderiam ser exploradas por ataques reais.
Você recebe um relatório detalhado com cada vulnerabilidade encontrada, o nível de criticidade e as ações recomendadas para correção imediata.
O benefício direto? Evitar prejuízos milionários.
Em segurança, existe uma regra simples:
Ou você paga para um especialista encontrar as falhas ou paga muito mais quando um hacker encontra primeiro.
Escolha o cenário que coloca você no controle.
Cada tipo de teste simula um cenário real de ataque. A escolha depende de quem você quer simular invadindo sua empresa.
Imagine: Um criminoso na Rússia descobriu o site da sua empresa. Ele não sabe nada sobre vocês, só o domínio. Começa a sondar portas, testar formulários, procurar funcionários no LinkedIn. É assim que 90% dos ataques reais começam.
Você quer saber se um hacker comum conseguiria entrar. Ideal para primeira avaliação ou para testar defesas de perímetro.
Imagine: Você demitiu alguém do financeiro há 3 meses. Ele ainda lembra dos sistemas, sabe quem tem senha fraca, conhece os processos. Agora ele quer vingança. Simulamos esse cenário: atacante com informação privilegiada.
Alta rotatividade de funcionários, parceiros com acesso ao sistema, ou suspeita de vazamento interno.
Imagine: O cara que programou seu sistema resolveu vender acesso para criminosos. Ele tem o código fonte, sabe onde estão os atalhos, conhece cada "gambiarra" que fizeram pra entregar no prazo. Encontramos falhas que só quem vê o código acha.
Sistemas críticos, aplicações financeiras, ou quando você quer a análise mais profunda possível antes de um lançamento.
Imagine: Chega um e-mail do "TI" pedindo pra atualizar a senha. Parece legítimo, tem o logo da empresa, o domínio é parecido. 3 funcionários clicam. Pronto: o hacker está dentro. Testamos quantos dos seus cairiam.
Empresas com muitos funcionários, setores que lidam com dados sensíveis, ou após treinamentos de conscientização (pra ver se funcionou).
Não é paranoia. São cenários reais que acontecem todos os dias com empresas que achavam que "nunca ia acontecer comigo".
Imagine chegar na fábrica segunda-feira e o silêncio ser absoluto. Nenhuma máquina liga. O painel de controle exibe um aviso de resgate. Lá fora, 5 caminhões aguardam carregamento para uma montadora. Se você não entregar até às 12h, a multa contratual é milionária.
Indústria não é atacada para roubar dados. É atacada para parar a produção. Eles sabem exatamente o quanto custa sua hora parada.
Uma clínica de estética, psiquiatria ou cirurgia vive de sigilo. No momento em que um hacker sequestra seu banco de dados, ele não quer só dinheiro. Ele ameaça enviar o histórico médico, fotos de "antes e depois" e exames dos seus pacientes para a imprensa ou familiares.
Se isso vaza, não existe "desculpa". Existe processo, indenização e o fim da sua carreira médica. As portas fecham.
Você está negociando uma fusão delicada ou uma defesa criminal complexa. O que você não sabe é que o outro lado já leu toda a sua estratégia. Eles sabem seu limite de negociação, suas testemunhas, seus argumentos fracos. Eles estão dentro do e-mail do seu sócio há 3 meses.
Quando a perícia descobrir que o vazamento saiu do seu servidor, sua OAB não vai te salvar do processo de responsabilidade civil.
Véspera de Natal ou Black Friday. Sua loja está batendo recorde de público. De repente, todos os PDVs travam. O sistema de cartão não passa. O ERP não emite nota. A fila começa a reclamar. As pessoas largam os carrinhos e vão para a loja do lado.
Em 4 horas, você perdeu R$ 200 mil em vendas diretas e queimou a marca com 500 clientes que saíram xingando.
Dia 05. O departamento financeiro sobe o arquivo de remessa pro banco. O que ninguém viu: um malware trocou silenciosamente os códigos de barras ou as chaves PIX no momento do envio. R$ 400.000 transferidos. Mas nenhum funcionário recebeu.
O dinheiro sumiu. A folha continua em aberto. Como você explica para o dono da empresa que meio milhão desapareceu?
No agronegócio, o tempo é o patrão. Você tem uma janela de 72 horas para plantar ou colher antes da chuva pesada. O maquinário está pronto. Mas o sistema de telemetria e GPS, essencial para a precisão, foi sequestrado por um ransomware.
Hacker não ataca "computador". Ele ataca o seu timing. O prejuízo não é o resgate, é o ano inteiro de trabalho apodrecendo na terra.
Para uma Fintech, confiança é a moeda. Se vazar que sua API tem uma brecha, não é só o dinheiro que some. A licença do BACEN entra em risco. Investidores fogem. E os clientes sacam tudo em massa (bank run).
Um ataque em Fintech não mata o sistema, mata a empresa. Você construiu uma tecnologia incrível, mas deixou a porta dos fundos aberta?
Na madrugada, alguém invade sua conta de anúncios (Business Manager). Eles criam anúncios falsos usando o seu cartão de crédito cadastrado, gastam R$ 50 mil em horas promovendo golpes, e o Facebook bloqueia sua conta para sempre.
Você perdeu o dinheiro, perdeu a conta de anúncios e perdeu a data de vendas. Fim de jogo.
"Ah, eu sou pequeno, hacker quer atacar a Amazon". Esse é o maior erro. Hackers usam robôs que jogam uma rede no mar. Eles pegam peixe grande e peixe pequeno. A diferença? A Amazon aguenta o prejuízo. Você aguenta ficar 15 dias sem faturar?
60% das pequenas empresas que sofrem um ataque cibernético fecham as portas em até 6 meses. Não é sobre tamanho, é sobre resistência.
Sua frota depende de rastreadores e sistemas de ERP para emitir CT-e e MDF-e. Se um ransomware trava seu servidor de emissão, o caminhão não sai do pátio. A fiscalização apreende a carga na estrada. Pior: hackers invadem sistemas de rastreamento para facilitar roubos de carga física.
Logística parada é prejuízo em cascata. O caminhão só deve parar se você mandar.
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